L O A D I N G

O que é e quais os efeitos do sacramento da Unção dos Enfermos?

A Unção dos Enfermos, antigamente chamada de Extrema Unção, é um sacramento de cura, juntamente com o sacramento da Penitência. É uma graça que o Senhor nos concede por meio da Igreja, nos unindo de forma mais estreita a Cristo em um momento em que estamos frágeis. Deus nos quer saudáveis no corpo e na alma e, por isso, nos oferece esse rico sacramento. Assim como Jesus curava os enfermos, a Igreja, por meio da figura do sacerdote, cuida dos doentes. 

Já dizia São Tiago: “Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o porá de pé; e se tiver cometido pecados, esses lhe serão perdoados” (Tg 5,14-15).  

Para quem é destinada a Unção dos Enfermos?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica (artigo 5) e como o nome diz, esse sacramento é voltado às pessoas que estão acometidas de doenças graves ou quem será submetido a uma cirurgia de alto risco. Também é voltado aos idosos cuja saúde está frágil. O documento explica que se “um doente que recebeu a Unção recupera a saúde, pode, em caso de nova enfermidade grave, receber outra vez este sacramento. No decurso da mesma doença, este sacramento pode ser repetido se o mal se agrava” (§1515).

Quais os efeitos da Unção dos Enfermos?

O Catecismo da Igreja explica que são quatro os efeitos desse sacramento:

a) o primeiro é um dom particular do Espírito Santo, que permite ao fiel receber “uma graça de reconforto, de paz e de coragem para vencer as dificuldades próprias do estado de doença grave ou da fragilidade da velhice. Esta graça é um dom do Espírito Santo, que renova a confiança e a fé em Deus, e dá força contra as tentações do Maligno, especialmente a tentação do desânimo e da angústia da morte (130). Esta assistência do Senhor pela força do seu Espírito visa levar o doente à cura da alma, mas também à do corpo, se tal for a vontade de Deus (131). Além disso, «se ele cometeu pecados, ser-lhe-ão perdoados» (Tg 5, 15)” (§ 1520).

b) O segundo efeito é a união com a Paixão de Cristo. Com o sacramento, o doente se une de forma especial à Paixão de Cristo e o seu sofrimento ganha um novo sentido, pois passa a fazer parte da obra redentora de Cristo. 

c) Outro efeito é uma graça eclesial. “Ao celebrar este sacramento, a Igreja, na comunhão dos santos, intercede pelo bem do doente. E o doente, por seu lado, pela graça deste sacramento, contribui para a santificação da Igreja e para o bem de todos os homens, pelos quais a Igreja sofre e se oferece, por Cristo, a Deus Pai” (CIC § 1522).

d) O quarto efeito é a da preparação para a última passagem, voltado àqueles que estão mais próximos da morte. “A Unção dos Enfermos completa a nossa conformação com a morte e ressurreição de Cristo, tal como o Baptismo a tinha começado. Leva à perfeição as unções santas que marcam toda a vida cristã: a do Baptismo selara em nós a vida nova: a da Confirmação robustecera-nos para o combate desta vida; esta última unção mune o fim da nossa vida terrena como que de um sólido escudo em vista das últimas batalhas, antes da entrada na Casa do Pai” (CIC § 1523).

Como se celebra o sacramento da Unção dos Enfermos?

Como todos os demais sacramentos, a Unção dos Enfermos é uma celebração litúrgica e comunitária. Isto, no entanto, não a restringe ao templo. Ela pode tomar lugar em casa, no hospital ou outro local onde esteja o doente. O ideal, mas não obrigatório, é que seja precedida pela confissão individual. 

Depois do ato penitencial, segue-se a liturgia da Palavra. O sacerdote (bispo ou presbítero) impõe em silêncio as mãos sobre o enfermo; reza por ele e conferem a unção com óleo, benzido, se possível, pelo bispo.

O óleo deve ser de oliveira ou, em locais onde é difícil encontrar esta espécie, extraído de outras plantas. A fórmula desse sacramento diz: “Por essa santa unção e pela Sua infinita misericórdia, o Senhor venha em seu auxílio com a graça do Espírito Santo, para que, liberto dos seus pecados, Ele o salve e, na Sua bondade, alivie os seus sofrimentos”. 

Por fim, é oferecida ao doente a Eucaristia.

A Unção dos Enfermos, antigamente chamada de Extrema Unção, é um sacramento de cura, juntamente com o sacramento da Penitência. É uma graça que o Senhor nos concede por meio da Igreja, nos unindo de forma mais estreita a Cristo em um momento em que estamos frágeis. Deus nos quer saudáveis no corpo e na alma e, por isso, nos oferece esse rico sacramento. Assim como Jesus curava os enfermos, a Igreja, por meio da figura do sacerdote, cuida dos doentes. 

Já dizia São Tiago: “Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o porá de pé; e se tiver cometido pecados, esses lhe serão perdoados” (Tg 5,14-15).  

Para quem é destinada a Unção dos Enfermos?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica (artigo 5) e como o nome diz, esse sacramento é voltado às pessoas que estão acometidas de doenças graves ou quem será submetido a uma cirurgia de alto risco. Também é voltado aos idosos cuja saúde está frágil. O documento explica que se “um doente que recebeu a Unção recupera a saúde, pode, em caso de nova enfermidade grave, receber outra vez este sacramento. No decurso da mesma doença, este sacramento pode ser repetido se o mal se agrava” (§1515).

Quais os efeitos da Unção dos Enfermos?

O Catecismo da Igreja explica que são quatro os efeitos desse sacramento:

a) o primeiro é um dom particular do Espírito Santo, que permite ao fiel receber “uma graça de reconforto, de paz e de coragem para vencer as dificuldades próprias do estado de doença grave ou da fragilidade da velhice. Esta graça é um dom do Espírito Santo, que renova a confiança e a fé em Deus, e dá força contra as tentações do Maligno, especialmente a tentação do desânimo e da angústia da morte (130). Esta assistência do Senhor pela força do seu Espírito visa levar o doente à cura da alma, mas também à do corpo, se tal for a vontade de Deus (131). Além disso, «se ele cometeu pecados, ser-lhe-ão perdoados» (Tg 5, 15)” (§ 1520).

b) O segundo efeito é a união com a Paixão de Cristo. Com o sacramento, o doente se une de forma especial à Paixão de Cristo e o seu sofrimento ganha um novo sentido, pois passa a fazer parte da obra redentora de Cristo. 

c) Outro efeito é uma graça eclesial. “Ao celebrar este sacramento, a Igreja, na comunhão dos santos, intercede pelo bem do doente. E o doente, por seu lado, pela graça deste sacramento, contribui para a santificação da Igreja e para o bem de todos os homens, pelos quais a Igreja sofre e se oferece, por Cristo, a Deus Pai” (CIC § 1522).

d) O quarto efeito é a da preparação para a última passagem, voltado àqueles que estão mais próximos da morte. “A Unção dos Enfermos completa a nossa conformação com a morte e ressurreição de Cristo, tal como o Baptismo a tinha começado. Leva à perfeição as unções santas que marcam toda a vida cristã: a do Baptismo selara em nós a vida nova: a da Confirmação robustecera-nos para o combate desta vida; esta última unção mune o fim da nossa vida terrena como que de um sólido escudo em vista das últimas batalhas, antes da entrada na Casa do Pai” (CIC § 1523).

Como se celebra o sacramento da Unção dos Enfermos?

Como todos os demais sacramentos, a Unção dos Enfermos é uma celebração litúrgica e comunitária. Isto, no entanto, não a restringe ao templo. Ela pode tomar lugar em casa, no hospital ou outro local onde esteja o doente. O ideal, mas não obrigatório, é que seja precedida pela confissão individual. 

Depois do ato penitencial, segue-se a liturgia da Palavra. O sacerdote (bispo ou presbítero) impõe em silêncio as mãos sobre o enfermo; reza por ele e conferem a unção com óleo, benzido, se possível, pelo bispo.

O óleo deve ser de oliveira ou, em locais onde é difícil encontrar esta espécie, extraído de outras plantas. A fórmula desse sacramento diz: “Por essa santa unção e pela Sua infinita misericórdia, o Senhor venha em seu auxílio com a graça do Espírito Santo, para que, liberto dos seus pecados, Ele o salve e, na Sua bondade, alivie os seus sofrimentos”. 

Por fim, é oferecida ao doente a Eucaristia.

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