Memorial da Esperança2018-04-13T18:31:13+00:00

Cremos na Ressurreição!

Porque a dignidade cristã exige um tratamento coerente com os corpos, que “devem ser tratados com respeito e caridade, na fé e na esperança da ressurreição” (CIgC, 2300), o Memorial da Esperança foi criado para ser um local seguro e perpétuo para os restos mortais dos nossos entes queridos.

“Aquele que crê em mim viverá, ainda que morra, e quem  vive e crê em mim nunca morrerá”

João 11, 24-25

Onde fica?

O Memorial da Esperança fica no subsolo do Santuário de Fátima, junto à Capela Nossa Senhora da Esperança. Para os que se foram, dignidade e paz. E para nós, conforto aos corações, ao associar a memória de cada um à casa da Mãe.

Quais as condições de uso dos nichos?

Os nichos são individuais para ossos (cerca de três anos post mortem) e, no caso das cinzas , podem receber até duas urnas. Para garantir a permanência perpétua da pessoa que ali se faz memória, o uso será sempre intransferível.

Como faço para adquirir?

Para adquirir o direito de uso de um nicho no Memorial, uma doação determinada deverá ser feita para a Tarde com Maria, que a reverterá para a manutenção do Santuário de Fátima e outras ações de evangelização. Ligue agora e venha conhecer o Memorial: 3114-0000.

Leia aqui: a Igreja permite a cremação?

Segundo o documento “Ad resurgendum cum Christo, a propósito da sepultura dos defuntos e da conservação das cinzas da cremação”, a Igreja prefere a sepultura dos corpos à cremação, mas:

– Permite a cremação, pois: “não vê razões doutrinais para impedir tal prática, uma vez que a cremação do cadáver não toca o espírito e não impede à onipotência divina de ressuscitar o corpo. Por isso, tal fato, não implica uma razão objetiva que negue a doutrina cristã sobre a imortalidade da alma e da ressurreição dos corpos.”

– Ressalta sobre onde colocar as cinzas que não devem ser guardadas em casa ou dispersas no ar, na terra, na água ou em qualquer outro lugar : “quaisquer que sejam as motivações legítimas que levaram à escolha da cremação do cadáver, as cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado, isto é, no cemitério ou, se for o caso, numa igreja ou num lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica. (…). A conservação das cinzas num lugar sagrado pode contribuir para que não se corra o risco de afastar os defuntos da oração e da recordação dos parentes e da comunidade cristã.”

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