A candeia de Nossa Senhora

Tempos antes das aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria, os pequenos pastorinhos começaram a usar uma expressão que depois viria a se confirmar de maneira especial. Logo que Lúcia começou a pastorear os rebanhos da família, aos sete anos, ela precisou deixar de lado o convívio e as brincadeiras com os primos.

A separação entristeceu os três de maneira acentuada, mas não havia outro jeito senão aceitar. Para compensar esses divertidos momentos que foram perdidos, todos os dias, ao entardecer, Francisco e Jacinta esperavam pela prima. Juntos, eles esperavam a noite chegar, para ver a lua e as estrelas despontarem no céu.

Eles diziam que era nessa hora que Nossa Senhora e os anjos acendiam suas lamparinas e as colocavam em suas janelas para iluminar os homens. Quando o tempo estava nublado e não havia luar, brincavam dizendo que não havia azeite suficiente para acender a “candeia de Nossa Senhora”.

O que eles ainda não imaginavam é que a luz da Virgem Maria seria uma das experiências mais marcantes das aparições que testemunhariam em breve. A senhora vestida de branco, que “brilhava mais do que o sol”, emanava raios luminosos intensos e límpidos. Uma luz que, de tão forte, os atravessava e fazia com que vissem eles próprios dentro de Deus! Era como se o céu se abrisse para as maravilhas celestes que Nossa Senhora trazia consigo.

Essa é uma das histórias que eu e Kenya contamos em Fátima, obra que publicamos em parceria com a Globo Livros. Uma mensagem de amor e devoção, que você também pode conhecer. O livro está em livrarias físicas de todo o país e também na internet (colocar link da Saraiva). Nos ajude e espalhar pelo mundo a linda mensagem que Nossa Senhora nos deixou em Fátima!