Está enfrentando dificuldades financeiras? Este texto é para você!

O país passa por uma crise econômica poucas vezes vista. O desemprego cresceu, os salários se desvalorizaram frente à inflação, as oportunidades minguaram. Para uns, o problema é maior do que para outros, mas a verdade é que apertou para todo mundo. Tem gente com muitas contas em atraso, contraindo empréstimos, sem saber como resolver o dia de amanhã. Mas, nesses momentos, quando é difícil enxergar a luz no fim do túnel, é quando mais precisamos confiar e manter a esperança.

Em primeiro lugar, é importante manter a união familiar. Quando falta dinheiro, é muito grande a chance de aumentarem as brigas e os desentendimentos. Mas a harmonia em casa é o primeiro passo para caminhar em direção a dias melhores. O diálogo é uma excelente ferramenta, não apenas para diagnosticar o problema, como também para encontrar soluções. Todos devem ser envolvidos, não apenas o casal. Os filhos, principalmente se já forem adolescentes, podem e devem participar das decisões que envolvem os custos do lar, assim, todos se sentem valorizados e responsáveis por levar adiante os planos e recuperação financeira.

Identifiquem precisamente quais são os gastos imprescindíveis, decidam o que pode ser cortado, procurem outras fontes de renda. O importante, nessa hora, não é apontar culpados pelo problema, mas buscar saídas para ele. Desta forma, em vez de ser enfraquecida pela crise, a família acaba se fortalecendo e superando a tribulação ainda mais unida.

A oração é uma ferramenta muito eficaz neste momento. Rezando juntos, além de recobrar as forças e solidificar a esperança, vocês criam um ambiente positivo, cientes de que todas as dificuldades são passageiras e que estamos sempre amparados por Deus. É preciso, continuamente, confiar na Providência Divina. O Pai não nos deixa faltar nada e, muito antes do que esperamos, ele estenderá Sua mão para nos ajudar.

Como nem tudo o que nos acontece é apenas ruim, também os problemas financeiros podem nos apresentar boas oportunidades de crescimento. Ganhamos a chance de desenvolver uma nova relação com o dinheiro, valorizando menos o ter e mais o ser. O dinheiro adquire um significado mais prático: entendemos que ele serve tão somente para pagar contas e suprir as necessidades básicas. Com isso, deixamos de lado o apego ao material e entendemos que o que vale mesmo é nossa relação com Deus e com as pessoas que amamos, a saúde e a paz. É possível vivermos bem com o mínimo, pois não é dinheiro que nos faz feliz. A porta para a felicidade está mesmo no Senhor.