Cristo está sempre entre nós

Hoje, sétimo domingo do Tempo Pascal, celebramos a Ascensão do Senhor. Ainda nesse espírito de alegria pela Ressurreição de Cristo e sua vitória sobre a morte, lembramos o momento em que Jesus sobe aos céus para ficar ao lado de Deus Pai. É o ápice da vida terrena de Cristo, o instante em que Ele se eleva para um novo tipo de presença, que deixa de ser física para ser permanente e onipresente.

“‘Eu vos mandarei o Prometido de meu Pai; entretanto, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto’. Depois os levou para Betânia e, levantando as mãos, os abençoou. Enquanto os abençoava, separou-se deles e foi arrebatado ao céu. Depois de o terem adorado, voltaram para Jerusalém com grande júbilo. E permaneciam no templo, louvando e bendizendo a Deus.” (Lc 24, 49-53)

Quando Jesus foi elevado à cruz, os apóstolos se entristeceram, pois, embora o Mestre lhes tivesse dito que aquilo era necessário para que fossem cumpridas as Escrituras, eles estavam feridos com o tamanho da injustiça cometida. Após a Ressurreição, a presença de Cristo os alegra e os motiva. No momento em que Ele sobe aos céus, seus amigos não mais sofrem, pois sabem que esta mudança, ao invés de afastar Jesus de seus fiéis, o aproxima mais ainda. Eles vivem o júbilo justamente pela certeza de que Cristo está sempre com eles, a qualquer tempo e em qualquer lugar.

Esta data nos convida a vivenciar com intensidade a nossa fé, sentindo e experimentando a presença viva de Jesus. Que esta presença real de Cristo nos leve a sermos exemplos de Seus ensinamentos e de Sua palavra no dia a dia e que possamos ser ferramenta do Seu amor junto aos irmãos.