Você ofende o coração da sua Mãe?

Nossa Senhora nos ensina a não ofender mais Seu coração e pincipalmente, como podemos reparar os ultrajes que cometemos contra Seu Imaculado Coração.

Você sabe que Nossa Senhora, em sua terceira aparição, nos pediu a comunhão reparadora dos cinco primeiros sábados: que por cinco meses seguidos, sempre no primeiro sábado do mês, nos confessemos, recebamos a Sagrada Comunhão, rezemos o terço e façamos quinze minutos de companhia à Virgem meditando os mistérios do rosário. Ao expressar esse pedido, Maria explicou que isto tudo era para desagravar o Seu Imaculado Coração.

Não adianta pensarmos que nós, mesmo vigilantes fiéis, não pecamos contra o Imaculado Coração de Maria. Todos nós, em maior ou menor intensidade e frequência, agravamos o Seu coração. Portanto, é mais do que justo dedicarmos esse tempo a fim de repararmos aquilo que nós mesmo fizemos, não é? Mal comparando, quando deixamos cair comida no chão, mesmo sem querer, não nos abaixamos para catar, pegamos o pano e limpamos a sujeira feita? Se reparamos algo tão mais simples e inofensivo, como podemos deixar de desagravar o coração da nossa tão amada Mãe do Céu? Maria está sempre disposta a nos acolher e interceder por nós. Da mesma forma, nós também devemos estar sempre dispostos a cuidar d’Ela.

Como mãe generosa, Nossa Senhora ainda prometeu, caso cumpríssemos os cinco primeiro sábados, nos assistir com todas as graças necessárias para a salvação de nossas almas. Isto não é uma condicionante, mas um presente d’Aquela que nos ama incondicionalmente, que nos tem embaixo do Seu manto, que nos protege e vela por nós sem cessar.

Mas não vale fazer os cinco primeiros sábados apenas de olho nessas graças! Precisamos fazê-los com amor, com dedicação, de coração puro. A oração deve ser sincera, a confissão deve ser franca, a comunhão deve ser de corpo e alma, a contemplação deve ser feita com atenção, de forma plena. Não podemos nos dar pela metade. Precisamos nos doar inteiramente a Nossa Senhora, sem esperar nada em troca! Devemos fazer não pelas graças a serem obtidas na hora da morte, mas pelo desagravo da dor que nós mesmos cometemos aqui e agora. Que a prática dos cinco primeiro sábados seja a mais pura expressão do amor que sentimos pela Santa Mãe de Deus.